segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

OAB NACIONAL


Candidatos à OAB Federal são acusados de improbidade

Os acusados negam as irregularidades; A eleição acontece no dia 31
Por: Redação Web
As duas chapas que concorrem à diretoria do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) têm, entre seus integrantes, réus em ações de improbidade administrativa.
O atual secretário-geral do órgão, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, disputa o cargo com o vice-presidente, Alberto de Paula Machado.
As eleições ocorrem no próximo dia 31 e o novo presidente deverá comandar 750 mil advogados do País.
Marcus Vinicius Furtado Coêlho é acusado pelo Ministério Público de não prestar serviços quando contratado, sem licitação, pela Prefeitura de Antônio Almeida, no interior do Piauí, para representar a cidade em ações judiciais.
A Promotoria argumenta que o então prefeito, Alcebíades Borges do Rêgo (PSDB), contratou Coêlho para defendê-lo em ações particulares, na área eleitoral, mas o remunerou com recursos públicos. Durante dez meses, ele recebeu mensalmente a quantia de R$ 4,2 mil mensais.
Antes de ser contratado pelo poder público, em 2009, Coêlho atuou como advogado eleitoral de Borges de Rêgo durante a campanha do ano anterior. O ex-prefeito foi cassado em 2011 por compra de votos e abuso de poder econômico naquela campanha.
Marcus Coêlho nega as acusações e afirma que prestou consultoria ao município e que o valor recebido seria baixo. O candidato diz que sofre “perseguição” do Ministério Público de Antônio Almeida.
Na chapa oposta, o candidato a diretor-tesoureiro da OAB Ercílio Bezerra de Castro Filho está desde maio de 2012 com seus bens bloqueados pela Justiça de Tocantins em uma ação que responde por improbidade administrativa.
Castro Filho faz parte da chapa do atual vice-presidente da entidade, Alberto de Paula Machado, que disputa a presidência com o secretário-geral da Ordem, Marcus Vinicius Furtado Coelho.
Castro Filho, que foi presidente da OAB de Tocantins, foi acusado pelo Ministério Público de se envolver em um suposto esquema de desvio de verbas de uma fundação pública de ensino.
De acordo com a Promotoria, o advogado foi contratado ilegalmente para defender a fundação em um processo contra o INSS. O desvio seria de R$ 1 milhão, segundo os promotores do caso.
Castro Filho nega as irregularidades na contratação e afirma que deve receber pelo serviço R$ 1,2 milhão. Segundo ele, o valor foi homologado em um acordo na Justiça.
Para ele, a ação é uma perseguição do Ministério Público por ter sido presidente da OAB. "Não vejo outra razão para explicar essa ação."

domingo, 27 de janeiro de 2013


Tragédia chama atenção para casas de show no Ceará

Muitos locais sem as condições adequadas de segurança, colocando em risco a vida de frequentadores
Por: Redação Web
A dimensão da tragédia no Rio Grande do Sul reabriu o debate em todo o Brasil e, também, no Ceará, para a situação de funcionamento das casas de show e eventos em áreas privadas. Um dos pontos dessa discussão é a segurança dos presentes e, principalmente, saídas para evacuação do público em casos de incêndio, como aconteceu na boate Kiss na cidade gaúcha de Santa Maria.
Uma simples inspeção do Corpo de Bombeiros pode provocar o fechamento de muitas dessas casas que funcionam na Região Metropolitana de Fortaleza e cidades do Interior do Ceará. Itens básicos de segurança - como, por exemplo, portas de saída do público, quando há uma aglomeração muito grande e risco de mortes, são ignorados.
A tragédia na cidade de Santa Maria coloca o tema da insegurança nas boates e casas de shows como agenda prioritária para vereadores, prefeitos e representantes dos Governos Estaduais e Federal. E, no Ceará, não pode ser diferente. 

FALTA DE OBJETIVIDADE LEVA SERVIDORES DE NOVA RUSSAS A GREVE NESTA SEGUNDA...

Atendendo as suplicas desse e de outros meios de informação de Nova Russas, o prefeito deixa os soldados em casa e vai a rádio Timbaúba para defender o indefensável. Joga a culpa do atraso salarial no Ex-prefeito, quando não lembra que assinou um TAC, se comprometendo em pagar o dezembro no dia 10 de janeiro.
E ressalto que em nenhuma linha desse TAC, condiciona o atual prefeito só pagar o dezembro dos servidores, caso tenha recurso... Todavia, volto a ressaltar que a divida não é do ex nem do atual prefeito, mais sim da PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVA RUSSAS, e tá na hora da administração publica municipal de Nova Russas entender que a prefeitura não é uma propriedade privada, e muito menos de um Clã familiar, mais sim do povo em geral. 
Se esquiva do pagamento, coibir greve com ameaças baratas, não é postura de um líder. Dizer em emissora de rádio que está aberto ao dialogo, e não concretizar isso, é pura balela, e subestimar a inteligencia do povo. Tá passando da hora de termos um gestor que cumpra compromissos, e leve a sério os problemas graves que Nova Russsas apresenta. 
Ao invés de colocar a culpa no comando da greve, por ter tomado partido adverso ao seu no pleito eleitoral, por que o prefeito não para um pouco pra pensar, parar de olhar no retrovisor e dar ouvido a rangarias do passado, e sentar com os servidores com disposição para negociar??? Quem quer pagar, não titubeia, mesmo que não tenha recursos hoje, mais amanhã pode ter... Para que se esquivar do pagamento??? Começar com um calote desse pode ser extremamente indigesto... E aqui não quero ser o dono da razão, só quero que o prefeito mostre que é diferente, e que faça acontecer, e que desenvolva minha terra para o desenvolvimento.   
Quanto custará o Carnaval???? Porque não opta em ter uma festa mais modesta, mais pagar o funcionalismo, ao qual assumiu em TAC, com o Ministério Publico e o povo de Nova Russas???


EMANCIPAÇÃO DE DISTRITOS

Novas cidades enfrentam dificuldades econômicas

27.01.2013
Os requisitos para a criação de municípios devem levar em conta estudos técnicos e não interesses políticos
Embora a criação de novos municípios seja baseada no discurso que argumenta distribuir renda e melhorar a qualidade de vida da população, as últimas seis cidades criadas no Ceará, entre 1991 e 2000, não conseguiram prosperar significativamente seus indicadores. Estudos realizados pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) revelam que essas cidades enfrentam dificuldades na gestão, principalmente no que se refere à capacidade de arrecadação própria, e mantêm nível de desenvolvimento entre regular e moderado.

Para especialistas cearenses, os critérios utilizados para a emancipação estão mais relacionados a interesses políticos do que propriamente aos resultados de estudos técnicos que confirmem a capacidade dos distritos para se tornarem municípios. Isso faz com que grande parte das cidades criadas enfrentem problemas em relação à sustentabilidade econômica, as tornando cada vez mais dependentes dos repasses financeiros estaduais e federais.

A criação, fusão ou desmembramento de municípios foi deixada inteiramente sob a responsabilidade estadual, na Constituição de 1988, exigindo consulta popular local através de plebiscito. Porém, com a prerrogativa das assembleias de estabelecer lei complementar estadual sobre o tema, os critérios definidos viabilizaram a criação de número expressivo de cidades e, na prática, foram observadas sérias dificuldades econômicas.

Em razão disso, o Congresso Nacional promulgou a Emenda Constitucional 15/1996, estabelecendo que a criação dos municípios ocorreria mediante lei estadual, mas dentro de um período determinado por meio de lei complementar federal. Além disso, o dispositivo exigia a criação de uma lei para disciplinar a realização de estudo de viabilidade municipal, embora não tenha deixado claro se a aprovação desse dispositivo ficaria a cargo da esfera estadual ou federal. Vários projetos foram apresentados no Congresso sobre o tema, mas ainda não há proposta aprovada.

Critérios

A Assembleia Legislativa do Ceará criou, então, uma lei complementar estadual tratando do assunto em 2009. A partir daí, foi realizado um estudo de viabilidade em 45 localidades que manifestaram interesse em se emancipar. Para isso, precisavam obedecer critérios como ter mais de oito mil habitantes, 40% da população ter título de eleitor e renda que comprove a viabilidade econômica.

Pelo menos 30 decretos legislativos foram aprovados e enviados ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para a realização dos plebiscitos, porém a Corte negou fazê-los por não haver lei complementar federal reguladora do tema. A Assembleia entrou com recurso no Tribunal Superior Eleitoral e aguarda decisão para criar essas cidades. Outros dez distritos ainda aguardam decisão dos deputados para se emanciparem.

Enquanto o Ceará se mobiliza para criar novas cidades, o Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF), desenvolvido para avaliar a qualidade administrativa dos municípios brasileiros e divulgado no ano passado, expõe que todas as 54 cidades emancipadas desde 2001 têm revelado gestão crítica no que se refere à receita própria.

Os seis municípios cearenses mais recentes foram criados entre 1991 e 2000, mas o estudo, realizado observando o período entre 2001 a 2010, mostra que Ararendá, Catunda, Choró, Fortim, Itaitinga e Jijoca de Jericoacoara têm dificuldades críticas em relação à receita própria, que corresponde a arrecadação através de impostos como IPTU e ISS. No que se refere a pessoal, quatro dessas cidades revelam dificuldade e apenas duas têm boa gestão. Em investimentos, Catunda tem gestão crítica; Choró e Fortim apresentam dificuldades; e Ararendá, Itaitinga e Jijoca mantêm boa gestão.

Já o Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal, com base no ano de 2010 e divulgado no ano passado, revela que, dos seis municípios cearenses mais recentes, Ararendá e Choró apresentam desenvolvimento regular, enquanto Catunda, Fortim, Itaitinga e Jijoca de Jericoacoara têm desenvolvimento moderado. Esse estudo leva em conta as áreas de saúde, educação e emprego e renda.

Arrecadação

O economista Aécio Oliveira, professor da Universidade Estadual do Ceará (UFC), afirma que é importante considerar os fatores econômicos e sociais para que os municípios criados não enfrentem graves problemas econômicos. "Toda arrecadação tributária pressupõe uma base fiscal, que está associada à base econômica. A base econômica envolve atividades desenvolvidas em agricultura, comércio e indústria. É preciso o estudo, com parâmetros de municípios emancipados há mais tempo, para ver a arrecadação própria e a base econômica", diz.

Outro aspecto que precisa ser observado, adverte o professor Aécio Oliveira, está relacionado à demografia e à demanda da população por serviços básicos, como por exemplo saúde e educação. "Tem que analisar as possibilidades de recursos federais nas áreas de saúde, educação e saneamento, por exemplo. Deveria ter um estudo bem cuidadoso mesmo", opina. Mas, na prática, Aécio Oliveira explica que têm mais peso o fator político.

"Se você faz um estudo desse, mais amplo possível, você chama a comunidade para ela falar também. Fizemos o estudo, e agora é a voz dos habitantes, em uma grande assembleia. É um exercício de democracia direta, na verdade. Daí, sim, as pessoas poderiam ter condições de se manifestar pelo sim ou pelo não (da criação das cidades)", declara o professor.

Pressão política
Como isso geralmente não é feito, as novas cidades enfrentam problemas. Aécio Oliveira aponta que uma alternativa para que esses municípios saiam das crises é fazer uma pressão política organizada sobre Estado e União, com participação da população para definir as prioridades. "Não foi aprovada a emancipação? Alguém tem que responder por isso. Não se pode criar cidade sem ter condição. O problema é que tem interesse político por trás", considera o professor, acrescentando que reverter a emancipação seria uma saída aos problemas, porém frustrante para a população.

O cientista político Josênio Parente, professor da UFC, explica que o surgimento de novos municípios tem caráter político e, geralmente, é defendido por um grupo oposicionista que se beneficiaria com uma nova estrutura administrativa. Além disso, ele aponta que pode haver descontentamento de quem está gerindo a cidade original em razão da divisão dos recursos oriundos da União e dos estados. "O fator político é por conflitos locais", entende o pesquisador.

Josênio lembra que, para que um distrito seja emancipado, é preciso que o grupo político interessado convença a população, que se posicionará sobre o tema através de plebiscito. "A população é quem vai dar um parecer final. Ela tem que sentir que há necessidade, e a oposição precisa convencer de que a divisão vai beneficiá-la", diz. Porém, na prática, a divisão pode dificultar. Com a emancipação, há também a necessidade de estabelecer uma nova estrutura administrativa. "Você vai formar novos vereadores, secretários, e isso também requer recursos", diz.

O Congresso ainda precisa votar a Lei Complementar Federal que devolve às assembleias legislativas a autonomia de criar municípios. Josênio Parente diz ser favorável à lei, mas pondera que é precisa fazer um contraponto para evitar excesso na criação de municípios, envolvendo parlamentares e a sociedade na decisão. "A população tem que ter um peso mais significativo na decisão para não deixar a demagogia de políticos se sobressair", declara Josênio Parente.

NO LEGISLATIVO...............................


Falta independência até para a eleição da Mesa

27.01.2013
A busca de apoio dos governadores dá uma clara demonstração de haver deputados sem consciência para votar

Deputado federal Henrique Alves, candidato à Presidência da Câmara dos Deputados, reunido com o governador Cid Gomes e deputados federais cearenses, na última quarta-feira, no Palácio da Abolição FOTO: JOSELITO SILVEIRA
Na última semana, o governador Cid Gomes recebeu, em seu gabinete de trabalho, no Palácio da Abolição, os deputados federais Júlio Delgado, do PSB de Minas Gerais, do mesmo partido de Cid, e Henrique Eduardo Alves, filiado ao PMDB do Rio Grande do Norte. Ambos querem ser presidente da Câmara dos Deputados, a Casa do Povo, na estrutura do Congresso Nacional, visto ser o Senado Federal o representante dos estados e do Distrito Federal.

A eleição para a presidência e os demais cargos da Mesa Diretora da Câmara Federal, como de qualquer outra Casa legislativa, deveria cingir-se aos seus integrantes. Os vereadores, deputados e senadores, jamais deveriam aceitar interferências externas nesse processo, muito menos buscá-las, como estão a fazer, demonstrando incapacidade de se autogerenciar e de submissão, práticas merecedoras da censura de todos quantos defendem a independência dos três poderes da República.

Outro ponto a ser observado no périplo dos candidatos à presidência da Câmara dos Deputados aos gabinetes dos governadores, é a explicitação da total falta de independência dos deputados. Eles, nem mesmo para escolher um dos seus para comandar a Casa, votam conscientes e livremente.

Os integrantes da bancada federal ao participarem desses encontros que aconteceram aqui, com o governador Cid Gomes, e nos demais estados com os outros governadores, provocados tanto por Júlio Delgado quanto por Henrique Eduardo Alves, nivelam-se ao eleitor sem compromisso com a cidadania, que por razões diversas, dentre elas a determinação do chefe, vota em qualquer candidato, ou seja, elege um igual.

Se com os governadores a vassalagem chega a esse ponto, imaginemos, porém, o que eles não fazem em relação ao Governo Federal, na busca de simpatia e apoio para suas pretensões, sabendo-se do grande poder de barganha que tem o Executivo nacional.

O povo brasileiro é merecedor de uma melhor representação legislativa. Parlamentares que, em se fazendo respeitar se engrandeceriam com a nobreza da instituição que, mesmo espezinhada pelos seus próprios integrantes é, indiscutivelmente, o pilar central de qualquer Democracia.

Obrigações

Os candidatos à presidência da Câmara deveriam ter um discurso de fortalecimento do Parlamento, a partir do cumprimento de suas obrigações constitucionais, sobretudo as de legislar e fiscalizar o Executivo. É inconcebível ter o Congresso Nacional reunido, na última década, milhares de vetos presidenciais sem exame, por inércia e temor de desagradar o Governo de plantão. Se deixa a desejar quanto à ação legislativa, como mostra o exemplo dos vetos, muito mais ainda falha no dever de fiscalizar os atos e ações do Poder Executivo.

Cumprissem o dever constitucional o noticiário político seria bem diferente. Os serviços públicos da responsabilidade do Executivo e do Judiciário deixariam menos a desejar, e a sociedade receberia com o tratamento digno a que todos somos merecedores, as atenções devidas.

Como decepciona o Legislativo, federal e estaduais, quando, por alguma falha na manobra da maioria, de cunho eminentemente governista, consegue instalar uma Comissão Parlamentar de Inquérito.

Respeito

Guardadas honrosas exceções, as CPIs sempre acabam em "pizza" para não desagradar ao Governo ou a grupos e pessoas ligadas aos congressistas, mesmo que os investigados tenham cometidos delitos graves contra o patrimônio público, como em alguns casos tenha restado comprovado em outros processos de investigação.

Por esses e outros gestos menos nobres dos eleitos para representar a sociedade é que os políticos não têm o devido respeito dos seus representados, como bem demonstram as pesquisas feitas sobre as atividades dos poderes e das instituições brasileiras. Aproveitando-se disso o Executivo e o Judiciário se agigantam e deixam cada vez menos fragilizado o Legislativo.
EDISON SILVAEDITOR DE POLÍTICA

180 pessoas morrem em incêndio em boate no Rio Grande do Sul

Estadão Conteúdo/ Agência Brasil | 09h30 | 27.01.2013

A polícia gaúcha afirmou que a identificação prévia das vítimas está sendo feita pela carteira de identidade

Pelo menos 180 pessoas morreram em um incêndio, na madrugada deste domingo (27), que atingiu a boate Kiss em Santa Maria, região central do Rio Grande do Sul.
Os dados foram confirmados pela Brigada Militar em entrevista coletiva concedida no Ginásio Municipal de Santa Maria na manhã deste domingo (27). O número corresponde apenas aos corpos que estão no ginásio municipal, e não considera as vítimas que seguem na boate ou que foram levadas para os hospitais da região e morreram em atendimento.
Vítimas morreram por asfixia
As causas do acidente ainda estão sendo investigadas, mas relatos iniciais indicam que as vítimas morreram por asfixia, e não queimadas.
Cerca de 200 feridos foram levados para dois hospitais locais, enquanto os mortos estão sendo levados de caminhão para o Centro Desportivo Municipal de Santa Maria, pois o Instituto Médico Legal (IML) não tem capacidade para receber os corpos.
Segundo relatos preliminares, o fogo começou por volta das 2h30 após uma faísca atingir o teto de isolamento acústico da boate.
A polícia gaúcha afirmou que a identificação prévia das vítimas está sendo feita pela carteira de identidade, mas que os familiares deverão fazer a identificação visual.
A boate Kiss costumava fazer diversas festas universitárias como a que ocorreu na madrugada de hoje (27). A capacidade era para até 2 mil convidados, mas o número de pessoas que estava dentro da boate não foi divulgado.
Atualizada às 10h07

A FALTA DE CHUVA


Indústria e serviços são prejudicados

Na sede da pequena Várzea Alegre comerciantes já não vendem fiado por temer que o cliente não possa pagar. Na metrópole Fortaleza, o alimento chega mais caro às mesas
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SARA MAIA
Além da agropecuária, indústria e comércio também são afetados pela falta de chuva

Olhar para o céu e esperar pela chuva. Após um ano de estiagem e muito prejuízo, o simples ritual sertanejo não ficou restrito ao campo. Os efeitos da seca atravessaram a fronteira entre o rural e o urbano. Nas cidades, ela trouxe perdas, afetou o comércio e mexeu com o bolso dos consumidores. Se há um consenso é que a economia do Nordeste e a brasileira não ficou intacta após a estiagem de 2012.

Ainda no ano passado, as perdas na agropecuária logo foram vistas. A “carestia” (alta nos preços) atingia os itens de alimentação componentes da cesta básica. O feijão, o arroz e, quem diria, até a farinha mudaram de preço. A inflação vinda do campo afetou a vida de quem passeia com os carrinhos de compras no supermercado da Capital. No interior, não foi diferente e aqueles municípios mais dependentes da zona rural foram os que mais “penaram”.

A inflação aumentou os gastos das famílias com os alimentos. Em ano de dificuldades, poupar foi a palavra de ordem. Enquanto o poder de compra caía, do outro lado, comerciantes testemunhavam os produtos encalharem nas prateleiras. Com pouco dinheiro circulando pela cidade, fechar o ano com crescimento de faturamento deixou de ser uma previsão para se tornar um desejo.

A ameaça de ficarmos sem chuva também assustou os grandes setores produtivos. O País que depende da energia gerada pela força das águas viu os reservatórios das hidrelétricas atingir níveis críticos de armazenamento. Não demorou para que o risco de um novo racionamento voltasse a ser cogitado e para que as usinas termelétricas, usadas apenas em situações emergências, passagem a operar de Norte a Sul do País para evitar um desabastecimento.

No entanto, como manda a tradição, a chegada do período das chuvas renova as esperanças. Não apenas o olhar do sertanejo estará voltado para o horizonte, mas também o do empresário, da dona de casa, do aposentado e de tantos outros que, nas cidades, sentiram e esperam por mudanças.

E agora 

ENTENDA A NOTÍCIA

A previsão de chuva, no Ceará, para os meses de fevereiro, março, abril e maio, realizada pelos meteorologistas da Funceme, mostra 45% de probabilidade das precipitações ficarem abaixo da média histórica. As chances de chuvas dentro da média é de 35% e acima da média de apenas 20%

NÚMEROS

25%são as chances que o Ceará tem de uma quadra chuvosa com níveis acima da média

30%é a possibilidade de chuvas regulares no Ceará em 2013

45%são as chances de chover abaixo da média, em 2013, no Ceará segundo a Funceme

sábado, 26 de janeiro de 2013


Deputado Fernando Hugo e os shows públicos antes e depois

Veja como se comporta o deputado em relação aos shows feitos no Ceará.

Da coluna Política, no O POVO deste sábado (26), pelo jornalista Érico Firmo:
Ao falar sobre os shows promovidos pela ex-prefeita Luizianne Lins (PT), o deputado estadualFernando Hugo (PSDB) mencionava “exorbitância” de gastos, diante do descaso, sobretudo, com a saúde pública. Ele cobrava que, ao invés de promover grande festa, fosse garantido o atendimento básico. “Não tem como aceitar isso numa cidade onde a periferia nada em desespero”, disse certa vez, referindo-se aos grandes Réveillons como “escárnio administrativo”. E dizia mais: “Se não é irresponsabilidade, cheira a improbidade administrativa”. O tucano dizia não ser contra os shows, mas cobrava festas “condizentes para todos”.
Sobre o rumoroso show de Ivete Sangalo na inauguração do hospital de Sobral, Hugo não se furtou a falar. Disse, em nota, que o festejo foi “bancado pelo governo estadual para deleite da população pobre que compareceu ao ato de inauguração”. Mas fez a ressalva: “Tem criado polêmica tão grande que chega a ofuscar a magnitude da obra inaugurada”. O tom é claramente outro. Não fica claro se, para ele, a culpa é de quem promoveu o evento ou de quem questiona e “cria” polêmica com algo que propiciou o “deleite da população pobre”. No título da nota, a referência ao valor – no caso, R$ 650 mil – dá tom ligeiramente mais crítico em relação à contratação.
Mas há também elogios – justos, aliás – ao hospital que ainda não começou a atender: “mais uma obra gigantesca do governo Cid Gomes”, que merece “aplauso efusivo pela grandeza majestática”. Na véspera da manifestação do parlamentar, foi divulgada a nomeação de seu filho, Renan Colares, para cargo da Prefeitura de Fortaleza, sob comando do PSB.

Fonte: Blog do Eliomar no O Povo Online

MPF pede que Cid devolva do próprio bolso dinheiro pago a Ivete

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O Ministério Público Federal (MPF-CE) solicitou ontem que o governador Cid Gomes (PSB) devolva aos cofres estaduais os R$ 650 mil pagos à cantora Ivete Sangalo, que fez show na última sexta-feira, em Sobral, para inaugurar o Hospital Regional da Zona Norte (HRN). A restituição, segundo o MPF, deve ser feita com recursos financeiros do próprio governador.

De acordo com o procurador da República Oscar Costa Filho, autor da ação civil pública, foram considerados dois pontos: violação ao princípio da moralidade administrativa e desvio de finalidade. Ele pede ainda a concessão de liminar que proíba Cid Gomes de “utilizar recursos públicos vinculados direta ou indiretamente à saúde pública para realização de eventos festivos”.

O pagamento do cachê foi efetuado quarta-feira pelo Governo do Estado. Entretanto, poderá ser ressarcido aos cofres estaduais, caso o recurso apresentado pelo procurador-geral do Ministério Público de Contas (MPC), Gleydson Alexandre, seja acatado pelo pleno do Tribunal de Contas do Estado (TCE).

“Em tese, pode haver o ressarcimento. Mas temos que esperar essa decisão”, explica o Glaydson. A apresentação de Ivete em Sobral acabou provocando um bate-boca entre o governador Cid Gomes (PSB) e o procurador-geral, que questiona o valor do cachê pago à artista.


Vereador é morto a tiros em frente a depósito; população protesta na rua

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Um vereador do município de Pacatuba, da Região Metropolitana de Fortaleza, foi morto a tiros na manhã desta sexta-feira, 25.
O vereador se encontrava em frente ao depósito do qual era dono, quando um indivíduo se aproximou e efetuou os disparos. A vítima foi encaminhada para o Hospital de Maracanaú, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
A Polícia descartou a possibilidade de assalto. Valdomiro Nascimento da Sousa, de 35 anos, não possuía antecendentes criminais e foi eleito pelo PTB no ano passado.
A população do local realiza uma manifestação com cartazes e balões para que o crime seja esclarecido, há suspeitas de que o crime tenha motivações políticas.


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